terça-feira, 6 de maio de 2014

INCRÍVEIS CASAS FEITAS POR OUTROS ORGANISMOS NA NATUREZA

Veja “casas” incríveis projetadas pelos melhores arquitetos da natureza

Você já parou para reparar nas “casas” de alguns animais e como elas são surpreendentemente bem feitas? A natureza tem dessas (e muitas outras) perfeições mesmo e os abrigos projetados por algumas espécies formam estruturas muito bem executadas, que oferecem a elas a proteção necessária e local apropriado para criar seus filhotes.
Alguns dos animais “arquitetos” mais conhecidos estão os cupins, os castores, as vespas, as abelhas e os pássaros — o nosso João-de-Barro também merece destaque aqui. Pois foi observando o comportamento e as instalações construídas por esses animais que um fotógrafo alemão resolveu reunir em um livro as imagens mais incríveis sobre o assunto.
  
No livro Animal Architecture (Arquitetura Animal), o fotógrafo Ingo Arndt mostra as estruturas incrivelmente complexas que os animais ao redor do mundo criam, usando nada além de matérias-primas da natureza e seus bicos, garras, patas e dentes. São 120 fotografias que revelam como as espécies são minuciosas na construção de suas habitações e podem deixar qualquer engenheiro e arquiteto no chinelo.

Projetos em destaque

Fast Company
Um dos arquitetos mais reconhecidos da natureza é o pássaro-cetim (ou satin-azul). Eles têm olhos aguçados para a cor e adoram decorar seus grandes ninhos (feitos no chão) em forma de tendas com o que eles acharem de colorido pela natureza, incluindo objetos de lixo deixados por humanos.
Nesses ninhos do pássaro-cetim é possível observar pétalas de flores, folhas, gravetos, cogumelos, frutas e também pedaços de tecidos, tampinhas de água, canudos e o que eles mais encontrarem com cores vivas pela vizinhança. Ele gosta de enfeitar seu ninho assim porque, na sua espécie, as cores atraem mais os seus companheiros.
O fotógrafo também mostra o eficiente trabalho de formigas tecelãs, que podem construir um formigueiro enorme em apenas 24 horas. Ele também mostra as vespas e seus delicados e bem estruturados ninhos feitos com um material semelhante ao papel. Na introdução de seu livro, o fotógrafo diz que os arquitetos humanos poderiam pegar dicas de projetos sustentáveis ??dos animais:
Não são apenas os arquitetos animais que se beneficiam de suas construções. Há também muitos outros usuários, sejam eles companheiros de quarto durante a vida dos construtores ou ‘inquilinos’ que assumem as suas estruturas por muito tempo depois que os construtores se foram. Ácaros habitam colmeias, um grande número de seres vivos se beneficia das barragens feitas por castores, os recifes de coral são usados ??como materiais de construção por seres humanos. O princípio da sustentabilidade aplica-se a construções de animais. Eles normalmente são usados ??ao longo de muitas gerações, são sempre ambientalmente amigáveis e biodegradáveis”.
Confira mais algumas dessas construções incríveis nas imagens abaixo:

1 – Pássaros tecelões

Fast Company
Com grande habilidade, os pássaros tecelões da Namíbia constroem seus ninhos com finas lâminas de grama. Os caules são mordidos e então usados para tecer enquanto ainda estão frescos. Depois de um curto período de tempo, o sol tropical seca as lâminas verdes, e o ninho endurece, mudando para um tom amarronzado.

2 – Formiga vermelha da madeira

Fast Company
Esses é um ninho de formigas vermelhas da madeira, clicado em Hessen, na Alemanha. Em comparação com o seu minúsculo tamanho do corpo de apenas um centímetro, as formigas vermelhas de madeira constroem verdadeiros arranha-céus. As estruturas de material vegetal e de terra podem chegar a mais de seis metros de altura.

3 – Formigas tecelãs

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As formigas tecelãs australianas constroem seu ninho com folhas, puxando-as e fazendo um trabalho de “costura” em conjunto. Os construtores adultos puxam as folhas com as pinças e depois as entrelaçam com fios de seda produzidos por suas larvas. Eles podem construir um ninho todo em 24 horas.

4 – Cupim-bússola

Fast Company
A imagem mostra um campo enorme repleto de torres de cupim-bússola, que têm, em média, quase dez metros de altura cada um.


sábado, 18 de janeiro de 2014

ABELHAS PODEM MONITORAR AS MUDANÇAS QUE DESTROEM SUA ESPECIE

original

Se você acha que a imagem acima é fruto de computação gráfica, está muito enganado. Colado às costas desta abelha australiana está um chip RFID que pode acompanhar para onde ela vai, o que e quando come. Mas, calma! Em tempos de espionagem transatlântica, esse inseto não vai te monitorar – ao invés disso, ele pode salvar o planeta.

Uma das mais importantes questões ambientais da atualidade é a segurança alimentar. As abelhas estão bem no centro dessas preocupações. Sua população está diminuindo, e isto poderia significar fome para os humanos. Os insetos fertilizam muitas das nossas culturas de alimentos básicos, e sem sua ajuda nossas fazendas serão significativamente menos produtivas.

Porém, mesmo com uma situação tão grave acontecendo, ainda se entende muito pouco sobre o que está causando uma desordem nas colônias de abelhas. Assim, cientistas na Austrália, comandados pelo brasileiro Paulo de Souza, líder científico da empresa CSIRO, decidiram monitorar abelhas selvagens para descobrir com quais substâncias elas estão entrando em contato e o que elas estão fazendo. Alguns cientistas acreditam que inseticidas estão causando problemas. Estes chips permitiriam aos pesquisadores ver se os insetos estão entrando em contato com tais substâncias ou se algo mais em seus ambientes está causando os problemas.
 
Mais de 5 mil abelhas em Hobart, na Austrália, foram equipadas com os sensores de RFID, que transmitem dados a gravadores colocados em torno de colmeias e fontes alimentares conhecidas que, por sua vez, enviam as informações para um local central. Isso permitirá aos pesquisadores construir um modelo de quatro dimensões do comportamento e dos movimentos das abelhas.
As abelhas são insetos sociais que retornam ao mesmo ponto e operam em um horário muito previsível. Qualquer mudança em seu comportamento indica uma mudança em seu ambiente. Ao modelar os seus movimentos, os cientistas esperam reconhecer rapidamente quando a sua atividade apresentar alguma variação e identificar a causa.
Os sensores são capazes de gerar energia a partir do bater de asas dos insetos, o que dá a eles potência suficiente para transmitir informações em vez de apenas armazená-las até que atinjam um registrador de dados.
Este é um daqueles momentos fascinantes quando você percebe que há, na verdade, um bom uso para a vigilância onipresente. Ela pode nos ajudar a identificar os problemas no meio ambiente, e, com alguma esperança, corrigi-los antes que eles saiam do controle.

fonte: www.hypescience.com.

 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

DENGUE - É HORA DE REDOBRAR O CUIDADO !!!!!

Alerta: com chuvas típicas de verão, é tempo de redobrar o combate ao mosquito da dengue

Fonte: Instituto Oswaldo Cruz
Com as pancadas de chuva que estão chegando ao Rio de Janeiro nesta semana e as altas temperaturas, a população deve redobrar a atenção no combate à dengue. "Esta é uma semana crucial, porque milhares e milhares de ovos de Aedes aegypti que estavam nas casas das pessoas estão se transformando em larvas e, em uma semana, terão se transformado em milhares de mosquitos aptos a transmitir a doença", alerta o pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Ricardo Lourenço. "A ação da população é fundamental durante todo o ano, com vistorias semanais em suas casas e quintais. Especialmente nesta semana de início de chuvas a atuação precisa ser intensificada", afirma o entomologista.
Além de caixas d’água completamente vedadas, Ricardo chama atenção para a vistoria de criadouros menos evidentes, como calhas de chuva, ralos externos, vasilhas de animais, bandejas de ar-condicionado e de geladeiras, vasos sanitários desativados ou pouco usados, entre outros.
Altas temperaturas e chuvas são uma combinação que favorece o aumento da população do mosquito transmissor da dengue, com um duplo resultado. "Em contato com a água das chuvas, os ovos colocados há semanas ou meses nas casas puderam dar origem a novos mosquitos. Ao mesmo tempo, com as chuvas, aumenta a oferta de criadouros para as fêmeas do Aedes aegypti colocarem seus ovos. É um ciclo que precisamos interromper com uma ação simples, semanal, de vistoria das nossas próprias casas", Ricardo reforça. "Neste momento em que a curva da doença ainda está em ascensão, então a interferência em criadouros é estratégica", destaca.
Dez minutos por semana é o suficiente para combater o mosquito
Desenvolvido por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), a proposta do conceito 10 Minutos Contra a Dengue é usar apenas 10 minutos por semana para remover criadouros no ambiente doméstico e peri-doméstico, de modo a interferir no ciclo de desenvolvimento do vetor, impedindo que ovos, larvas e pupas do mosquito cheguem à fase adulta. "O Aedes aegypti vive e se reproduz, em geral, dentro e no entorno das residências, por isso temos que ter cuidado redobrado com nossas casa. Se cada um fizer a sua parte, poderemos ter um verão com baixo índice de casos da doença", completa Ricardo Lourenço.
Leia mais no site do IOC.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

CINZA DE CHURRASCO AJUDA A COMBATER AS LESMAS NO JARDIM

Cinza de churrasco ajuda a combater lesmas no jardim

              

 
    O apetite voraz de um pequeno grupo de lesmas e taturanas acaba com a beleza de qualquer jardim. Pior ainda, as últimas ainda causam queimaduras que, em casos extremos, podem até matar uma pessoa. Mas existem algumas medidas que ajudam a manter essas visitantes indesejadas bem longe das plantas e da família.
    Como explica Francisco Zorzenon, diretor do Laboratório de Pragas Urbanas do Instituto Biológico do Estado de São Paulo, “as taturanas aparecem em tudo quanto é planta”. A única alternativa para combatê-las é o uso de agentes entomopatogênicos. Por trás do nome difícil, está uma ideia simples: trata-se de bactérias e fungos que podem ser espalhados pelas folhas – as taturanas morrem entre 48 e 72 horas depois de comê-los. Zorzenon ressalta que o agente é seguro e só tem efeito sobre as lagartas.

O especialista, no entanto, faz um alerta: não se engane com a morte das taturanas. “Mesmo mortas, elas ainda podem queimar.” Por isso, muito cuidado ao recolher os restos do bicho.
Se, no caso das taturanas, é preciso procurá-las para combatê-las, as lesmas – assim como os caramujos, que também são moluscos – facilitam muito o serviço ao virem direto para nós. Basta o incentivo certo. “Você pode embeber um pano em cerveja ou leite azedo, deixar durante a noite e, no dia seguinte, as lesmas estarão em volta”, explica Zorzenon. Assim como as taturanas, não se deve tocá-las, pois elas podem transmitir doenças. O ideal é colocar o pano embebido no líquido em cima de um plástico. Depois, é só recolher os moluscos e jogar fora.

O biólogo ressalta que se deve evitar uma arma muito utilizada contra as lesmas: o sal. “Se você jogar o produto em cima dos moluscos e eles estiverem num jardim, corre o risco de salinizar o solo e prejudicar as plantas.” Zorzenon recomenda cinzas (podem ser as de churrasco, mesmo). “Ela desidrata o animal, como o sal, mas não prejudica o solo.” Dá até para fazer um círculo de cinzas em volta das plantas que se quer proteger, afastando, assim, os visitantes esfomeados.
 
 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

LEPTOSPIROSE : SINTOMAS, TRANSMISSÃO E PREVENÇÃO

Leptospirose: sintomas, transmissão e prevenção PDF Imprimir E-mail
Sintomas
São parecidos com os de outras doenças como gripe, febre amarela, dengue, malária, hantavirose e hepatites. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna). Em 10% dos casos, pode ocorrer a forma grave da doença, com o aparecimento de icterícia (coloração amarelada da pele e das mucosas) por insuficiência hepática, manifestações hemorrágicas (equimoses, sangramentos em nariz, gengivas e pulmões) e comprometimento dos rins. A evolução para o coma e a morte pode ocorrer em cerca de 10% das formas graves. Os primeiros sintomas aparecem de dois a 30 dias depois do contato com a contaminação. Na maior parte dos casos, aparece sete a 14 dias após o contato.
 
Transmissão
A transmissão ocorre, principalmente, através do contato com a água ou lama de enchentes contaminadas com urina de animais portadores, sobretudo os ratos. A penetração da Leptospira no corpo, através da pele, é facilitada pela presença de algum ferimento ou arranhão. Também pode ser transmitida por ingestão de água ou alimentos contaminados.
 
Prevenção
Evitar o contato com água ou lama que possam estar contaminados pela urina de rato. Pessoas que trabalham na limpeza de lama, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha. Medidas ligadas ao meio ambiente, tais como o controle de roedores, obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto) e melhorias nas habitações humanas também ajudam na prevenção..
 
Fonte:   FIOCRUZ

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

ANIMAIS TRANSPARENTES

Essa borboleta e encontrada na Costa Rica, Panamá, Colombia, Florida e suas asas são transparentes, ou seja, não possuem as escamas coloridas que a maioria das borboletas tem. Mas  ela e linda de se ver, não acham!.

O SOM DOS GRILOS AO NATURAL E APOS VELOCIDADE REDUZIDA

Todo mundo já ouviu grilos a noite cantando para as femeas. E um ritual conhecido porem o que poucos sabem e o resultado de uma experiência feita por Jim Wilson. Ele gravou o som dos grilos e reduziu a velocidade da gravação. O que ele ouviu foi algo novo e maravilhoso. Ele ouviu o som de um coral harmonioso. Ouçam essa gravação. Ela contem em paralelo o canto dos grilos como ouvimos e o canto gravado em baixa rotação. E surpreendente e maravilhoso como a natureza faz o seu próprio louvor a Deus.


https://soundcloud.com/acornavi/robert-wilson-crickets-audio