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segunda-feira, 11 de março de 2024

Como atrair um rato para uma armadilha

Pegar um rato numa armadilha não é tão simples como parece. Aliás, os desenhos da dupla Tom e Jerry já mostravam a esperteza desses pequenos animais.

O assunto é extenso e precisamos considerar as várias espécies para usarmos a estratégia ideal. Ratos de porte grande pesando até 500 gramas, acredite eles existem, são animais fortes, ariscos e muito espertos. Não podemos esquecer que há muitos anos os homens lutam contra os ratos pois os danos materiais que eles causam sao muito importantes.

Os ratos de grande porte, conhecidos como ratos de esgotos, vivem na natureza em tocas abaixo da superfície próximo de fontes de água e alimentação. Por isso são encontrados nas redes subterrâneas de águas servidas, esgotos e até cabos.

Para captura-los não é fácil. Inicialmente o recurso que se pensa e o raticida. Ainda temos a ilusão de que o rato e atraído pelas iscas raticidas e que as consomem facilmente. E muita ingenuidade pensar assim. E a mesma coisa que oferecermos a um cão a opção de carne ou ração. Claro que ele vai preferir a carne que é comida de verdade. Por que seria diferente para os ratos? 

A primeira regra é nunca usar recursos ilegais , tais como o chumbinho e outras substâncias.  Os ratos observam os companheiros quando tem alimentos novos disponíveis e o chumbinho geralmente é agregado a algum alimento de verdade. Os primeiros ratos afoitos comem  e morrem logo,o que serve de alerta para os demais. Isso aconteceu muito quando só existiam raticidas agudos no mercado, o que mudou na década de 70 com a introdução de outras bases químicas menos agressivas e com menos risco.

A regra seguinte é que a armadilha funciona bem para camundongo , mas para ratos de esgoto a abordagem e bem diferente, ampla e carece de uma observação da área e o que a circunda para montar a estratégia. E isso é trabalho para um bom profissional que entenda todas essas nuances e saiba que controlar ratos de grande porte não é tão simples como parece.

Lucia Schuller

Bióloga e Mestre em Saúde Publica



sexta-feira, 8 de março de 2024

Os ratos são uma importante praga urbana

 Os ratos são considerados uma importante praga urbana devido aos diversos problemas que podem causar nas áreas urbanas. Algumas razões pelas quais os ratos são considerados uma praga incluem:


1. **Transmissão de Doenças:** Os ratos são conhecidos por carregar e transmitir diversas doenças, como a leptospirose, a hantavirose e a salmonelose. A urina, fezes e saliva dos ratos podem contaminar alimentos e superfícies, aumentando o risco de infecções.



2. **Danos Estruturais:** Ratos têm o hábito de roer objetos para desgastar seus dentes em crescimento. Isso pode levar a danos estruturais em edifícios, cabos elétricos, tubulações e outros materiais, representando riscos para a segurança e custos de reparo.


3. **Perda de Alimentos:** Ratos frequentemente invadem casas e estabelecimentos comerciais em busca de alimentos. Eles podem contaminar alimentos armazenados e causar prejuízos em plantações, silos e estoques de alimentos.


4. **Problemas de Higiene:** A presença de ratos em ambientes urbanos pode resultar em problemas de higiene, contribuindo para a sujeira e a propagação de odores desagradáveis. Isso pode afetar a qualidade de vida das pessoas que vivem ou trabalham na área.


5. **Alergias e Asma:** A saliva, urina e fezes de ratos contêm proteínas que podem desencadear reações alérgicas e agravar condições respiratórias, como a asma, especialmente em ambientes fechados.


Controlar a população de ratos em áreas urbanas é essencial para prevenir esses problemas. Medidas preventivas incluem a manutenção da limpeza, o armazenamento adequado de alimentos, o fechamento de buracos e rachaduras em edifícios, além do uso de métodos de controle de pragas, como armadilhas e iscas. A colaboração entre autoridades locais, comunidades e empresas é fundamental para lidar eficazmente com a praga de ratos em ambientes urbanos.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

E VIVA OS RATOS !!!!

Ratos são criaturas extraordinárias. Conseguiram conquistar um lugar no coração das crianças (e por que não nos adultos também?) encarnando personagens como Mickey, Supermouse (os mais velhos com certeza irão lembrar-se dele, Jerry ( aquele que contracena com o gato Tom) e ao mesmo tempo são temidos e odiados como agentes destrutivos e contaminantes representando altos prejuízos econômicos para a indústria e uma fonte de doenças para a população.

Essa dualidade de papéis tem em comum qualidades inerentes à sua espécie que são sua extrema habilidade, adaptação, inteligência, perspicácia, desenvoltura em meio a todo e qualquer obstáculo.

Tal oponente tem desafiado os profissionais de controle de pragas numa luta sem fim para exterminá-los, bani-los do nosso cliente, impedir seu acesso a produtos manufaturados e garantir assim o nosso pão de cada dia.

Não sei como andam as estatísticas a respeito, mas, certamente, 50% de todos os serviços executados por uma empresa de controle de pragas estão relacionados ao controle de roedores. O mercado oferece há anos produtos raticidas com formulações adaptadas a todo tipo de situação, cujo objetivo seja o de competir com o que é oferecido para esses animais em seu ambiente urbano. Digo seu ambiente porque eles realmente costumam tomar conta do pedaço se não forem tomadas medidas muito sérias a respeito.

Sempre gostei muito do assunto roedores, sempre admirei essas criaturas tão destemidas. A forma como esses animais adentram nos ambientes ocupados por humanos é no mínimo ousada. Eles certamente confiam demais em suas habilidades de driblar nossas tentativas de eliminá-los.

A cada dia que passa aprendo um pouco mais sobre eles. Recentemente li um livro sobre a experiência de um repórter americano que passou um ano observando esses animais nos becos de Nova York e seus relatos são surpreendentes.

Controlar roedores só com raticidas, considero uma falácia, uma proeza inalcançável. Mesmo quando podíamos lidar com produtos altamente tóxicos como o 1080 (monofluoracetato de sódio), largamente utilizado nos anos 60 e 70 e até mais tarde de forma ilegal, os resultados podiam até ser espantosos no começo. Era possível coletar carrinhos de mão cheios de ratos mortos. No entanto, esses animais aprendiam rapidamente a evitar o que causava aquela matança e com certeza isso se deve a capacidade de aprendizado desta criatura extraordinária.

Durante esses anos de aprendizado na profissão algumas coisas ficaram claras para mim. Uma delas e talvez a mais importante é a relação direta entre o meio ambiente e a forma como o tratamos e as infestações de ratos. O rato nos segue, nos acompanha em nossas pegadas ecológicas e o lixo costuma ser o principal atrativo. Chego a pensar que ele calcula intuitivamente a quantidade de alimento que temos armazenado em função do lixo desprezado. Eles sabem claramente onde obter o alimento e recrutam outros ratos, usam seus poderes de comunicação ultrassônicos para espalhar a notícia para toda a comunidade murina.

A nossa luta está em fazer nosso cliente entender como essa relação é poderosa e nos ajudar nesse combate, por que sem o cliente, nada feito. É preciso colaboração. Não estou falando de casos simples como um camundongo que se esgueira por debaixo da porta. Falo de áreas de armazenagem de grande porte, em supermercados principalmente, onde eles reinam absolutos, e não há raticida, por mais poderoso que seja, capaz de acabar por completo com essa turba voraz.

E por isso devemos dar Graças a Deus aos ratos. Enquanto estivermos lutando para convencer nossos clientes a executar medidas preventivas de peso, que realmente funcionem e afastem os ratos dos ambientes, nós vamos continuar garantindo os nosso 50% de faturamento todos os meses.

Os ratos urbanos são a nossa garantia de mantermos nossas empresas abertas e funcionando por muitos anos ainda, a não ser que surja uma super solução exterminadora que acabe com a nossa alegria, o que, a meu ver, é muito pouco provável de acontecer.

E Viva os Ratos.


Lucia Schuller
Bióloga

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

VETORES E O AMBIENTE DE TRABALHO

AS PRAGAS URBANAS E O AMBIENTE DE TRABALHO


Segurança é a palavra chave. Mas que tipo de relação pode existir entre segurança no ambiente de trabalho e os vetores urbanos? Muito se tem discutido a respeito da real influência que insetos e roedores têm sobre a saúde e segurança do trabalhador. Ainda se questiona sobre a real necessidade de se “investir” em um serviço de controle de pragas.

Na presença das primeiras dificuldades econômicas, geralmente é o item que é imediatamente cortado para redução de despesas. Ou pior, no intuito de se executar um serviço com preços mais módicos, o trabalho é entregue a um funcionário da própria empresa, alguém da faxina talvez, que nenhum treinamento possui para executar tal tarefa. Esta pessoa passa a ser responsável pela aplicação de produtos tóxicos e consequentemente, pela segurança de todos que utilizam aquela área. A partir desta nova incumbência a questão não é mais somente a presença de pragas, mas modifica-se e agrava-se pelo risco no uso de produtos quimicos.

A primeira questão é: Qual a importância das pragas para o ambiente de trabalho?

Lá passamos a maior parte de nossas vidas e os melhores horários de nosso dia. Na busca da subsistência acabamos nos envolvendo com as rotinas diárias e lá deixamos grande parte de nossas energias. A competitividade assim o exige.

Em 1972 uma médica inglesa, Beatson, observou em um hospital a presença de pequenas formigas que se infiltravam dentro de medicamentos, materiais esterilizados, equipamentos para aplicação de soro, etc. e curiosamente, resolveu avaliar microbiologicamente, o que aqueles insetos poderiam eventualmente estar transportando. Ela surpreendeu-se com a grande quantidade de microrganismos patogênicos encontrados nas diversas partes do corpo destas, aparentemente inofensivas, formiguinhas.

Esta conclusão levou outros países a também iniciarem estudos e a chegarem a conclusões semelhantes à da Dra Beatson a respeito do risco à saúde que estas formiguinhas representam.

O nosso ambiente de trabalho pode ser um hospital, um restaurante, um escritório, um galpão de fábrica, ou até mesmo a nossa casa. Em todos estes ambientes as pragas vão ter ou não condições de se abrigar, proliferar e por consequência espalhar microrganismos e aumentar as chances de entrarmos em contato com eles.

Assim, quanto melhor fôr o ambiente de trabalho do ponto de vista de higiene, limpeza, manutenção e ausência de pragas, melhor para nós, para nossa saúde e melhor será o nosso rendimento. Estaremos doentes menos vezes e produziremos mais.

A segunda questão é: Como fazer o controle de pragas de uma forma segura?

A imprensa constantemente noticia fatos relacionados com intoxicações através do uso indevido e abusivo de produtos químicos, especialmente inseticidas. As estatísticas da FIOCRUZ mostram que cerca de 50 % dos acidentes que anualmente ocorrem nos lares brasileiros envolvem o uso de pesticidas agropecuários, de uso profissional e doméstico. A Resolução ANVS/RDC nº 326, de 09.11.2005 faz uma clara distinção entre os produtos permitidos para uso doméstico e consequentemente, por uso de leigos, dos ditos de uso exclusivamente profissional e estabelece parâmetros para o seu registro e utilização.

Entretanto, o trabalho de controle de pragas não é mais uma mera aplicação de “venenos” com os seus consequentes riscos à saúde pública. É, muito mais do que isto. É um trabalho de observação, de integração, de conscientização. Todos devem estar envolvidos, clientes e parceiros, nesta batalha.

A utilização de produtos químicos é somente uma das etapas do controle. Esta nova visão chama-se Controle Integrado de Pragas e segue de encontro com as posturas que estão sendo adotadas modernamente em relação ao meio ambiente. Um pesticida mal utilizado pode contaminar o ambiente urbano e as pessoas que lá vivem. Com certeza não é a única solução de nossos problemas com pragas.

Este cenário é incompatível com os dias atuais, em que o desdobramento do conhecimento humano abriu janelas e espaços para novos conhecimentos que permitem que todo este trabalho seja feito com a maior segurança e confiabilidade de resultados.

A solução está em uma maior participação de todos os envolvidos neste cenário, em uma maior integração das áreas da empresa, de uma maior e mais abrangente doutrinação das pessoas no sentido de colaborarem para a obtenção dos resultados positivos.

Todos ganham com isso. O meio ambiente, que vai ser menos afetado; as pessoas, que serão mais protegidas. Só as pragas urbanas levam a pior.

Lucia Schuller
Bióloga

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O Museu Vivo Bicho Pau é um trabalho de Responsabilidade Social da ABC EXPURGO. O objetivo é mostrar a um público nfantil o que são as pragas urbanas e as que não são pragas; passar alguns conceitos de controle integrado de pragas que podem ser incorporados ao padrão social dessas comunidades. A bióloga Lucia Schuller fala a respeito do Museu que está aberto a todas as Escolas da Grande São Paulo.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

DVD CONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS


CIP - CONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS


Apresentação: Lucia Schuller

AGORA TAMBÉM EM DVD


A primeira produção da Coleção SOPRAGAS, CONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS está disponível em DVD.

O DVD CIP - Controle Integrado de Pragas aborda a temática passo a passo, com exemplos práticos de atitudes que podem ser mudadas para obter a excelência em um programa de Controle Integrado de Pragas.O formato em DVD permitiu a divisão em capítulos para facilitar o uso desta ferramenta de treinamento.

Todas as cenas foram filmadas em locações industriais com o necessário realismo. As filmagens de pragas foram obtidas nas dependências do Museu Vivo Bicho Pau.

O DVD CIP foi elaborado com o objetivo de fornecer ao mercado um produto que seja útil no treinamento e reciclagem de funcionários para reforçar o conceito de controle integrado de pragas e sugerir alternativas não químicas. A idéia central é captar a colaboração de todos através da conscientização das várias etapas do CIP, que são: Inspeção, Educação, Higienização, Construção, Manutenção, Exclusão, Pesticidas e Monitoramento.

O DVD CONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS pode ser aplicado e utilizado em empresas, hospitais, indústrias de alimentos, indústrias de medicamentos, restaurantes industriais, restaurantes comerciais e muitos outros segmentos no decorrer da implantação de um Programa CIP (Controle Integrado de Pragas) ou MIP (Manejo Integrado de Pragas).

Pode ser utilizado em SIPATs além de auxiliar em vários cursos de graduação que necessitem abordar esse tema na grade curricular.

Sua linguagem é acessível sem, no entanto, perder qualidade de conteúdo e a sua duração é 20 minutos.


Esse vídeo é o resultado da experiência da bióloga Lucia Schuller que tem mais de 34 anos de trabalho no controle de pragas em grandes áreas.

Lucia Schuller é bióloga, Mestre em Saúde Pública (Universidade São Paulo) e Especialista em Entomologia Urbana pela UNESP-SP.

Para ver um clip resumido do video, clique aqui.


Valor do investimento - R$ 96,00 + despesas de frete sedex.

Todas as Instituições de Ensino terão um preço especial reduzido de
R$ 60,00 por cópia + despesas de frete sedex.

Os pedidos poderão ser feitos através do site www.sopragas.com.br ou pelo email lucia@sopragas.com.br.

Ou então pelo telefone 11 4330-6644 ou ainda através do fax 11 4330-6599.



domingo, 20 de julho de 2008




CONTROLE DE ROEDORES COM RATICIDAS


Utilizar raticidas dentro de uma indústria ou qualquer outro ambiente urbano não é uma atividade tão simples como parece. Se assim fosse, bastaria que qualquer pessoa fosse até uma loja especializada, comprasse o raticida, distribuísse e pronto, resolvido o problema.

Nos dias de hoje essa utilização deve seguir determinados procedimentos elaborados pela empresa que presta esse tipo de serviço. Lembrando que o uso de raticidas é somente uma parte integrante de um todo que é o controle integrado de pragas.

Na verdade, existem outros aspectos mais relevantes para o controle dessa praga do que o raticida em si. O uso de barreiras, o saneamento do meio, o gerenciamento adequado do lixo, a manutenção predial, a remoção de equipamentos fora de uso entre muitas outras medidas que devem ser detectadas no momento da vistoria e na manutenção do serviço. Somente a integração de todas as medidas é que poderá gerar sucesso no controle dos ratos urbanos.

Apenas para relembrar temos no Brasil três espécies de roedores que já se habituaram ao convívio humano, chamados na literatura de comensais (que comem à nossa mesa). São elas a Ratazana ou rato de esgotos (Rattus norvegicus), o rato de telhado (Rattus rattus) e o camundongo (Mus musculus).

Essas espécies aprenderam nesses milhares de anos de convivência com o homem, a conhecer os hábitos das populações e a incorporá-los aos seus próprios hábitos. Aprenderam como o homem armazena os seus alimentos, aprenderam a detectar os pontos de descarte dos alimentos, e uma característica muito importante, aprenderam a detectar a presença de substâncias nocivas ou venenosas nas misturas que encontram. Em razão disso é possível atribuir em parte o insucesso na utilização de raticidas sem a devida contrapartida ambiental.

Recentemente o filme Ratattouille apresentou um ratinho, o Remy, que tem um paladar especial e cuja tarefa, que ele por sinal odiava, era liberar os alimentos encontrados pela colônia, cheirando um por um para verificar se continham veneno.

O desenho animado procurou apresentar essa formidável estratégia de defesa de uma forma suave.

Na natureza o rato não tem capacidade de vomitar, não tem musculatura adequada nem está fisiologicamente adaptado para esse processo. Sendo assim, ele precisa selecionar e muito bem os alimentos que vai ingerir. O que o herói do desenho animado fazia é traduzido na natureza por ações de defesa, tais como cheirar a pelagem e o hálito dos companheiros de colônia para identificar os alimentos seguros; os filhotes cheiram o hálito de suas mães a observação de outros companheiros, o alfa e os menos importantes na colônia.

Na prática, a utilização de raticidas é eficaz, não há dúvida, mas depende muito da escolha do princípio ativo e da formulação adequadas, da localização do raticida, da quantidade distribuída, da competitividade com outros alimentos, da durabilidade do produto, da sua atratividade para os roedores presentes. É fácil iscar uma área como o lixo, onde o alimento disponível já está degradado ou em processo de degradação e não apela muito para o roedor. A isca fresca e bem acondicionada pode ser mais interessante. Difícil é iscar uma área de armazenagem de alimentos com leite em abundância, creme de leite, grãos, biscoitos, massas, e outros alimentos que apetecem muito mais e, o que é mais importante, já foram percebidos no hálito de outros companheiros da colônia e são considerados seguros do ponto de vista tóxico.

É por isso que cada situação para controle de roedores é individual e vão requerer intervenções diferentes dependendo das mudanças ambientais, das mudanças em vizinhança e muitos outros fatores que acabam impactando as populações de roedores.

Sem dúvida alguma sem analisarmos todos esses aspectos e sem tomarmos todas as ações necessárias, o controle de roedores será sempre uma pedrinha no nosso sapato.

Lucia Schüller
Bióloga e Mestre em Saúde Pública
Especialista em Entomologia Urbana