O especialista, no entanto, faz um alerta: não se engane com a morte das taturanas. “Mesmo mortas, elas ainda podem queimar.” Por isso, muito cuidado ao recolher os restos do bicho.
Se, no caso das taturanas, é preciso procurá-las para combatê-las, as lesmas – assim como os caramujos, que também são moluscos – facilitam muito o serviço ao virem direto para nós. Basta o incentivo certo. “Você pode embeber um pano em cerveja ou leite azedo, deixar durante a noite e, no dia seguinte, as lesmas estarão em volta”, explica Zorzenon. Assim como as taturanas, não se deve tocá-las, pois elas podem transmitir doenças. O ideal é colocar o pano embebido no líquido em cima de um plástico. Depois, é só recolher os moluscos e jogar fora.
O biólogo ressalta que se deve evitar uma arma muito utilizada contra as lesmas: o sal. “Se você jogar o produto em cima dos moluscos e eles estiverem num jardim, corre o risco de salinizar o solo e prejudicar as plantas.” Zorzenon recomenda cinzas (podem ser as de churrasco, mesmo). “Ela desidrata o animal, como o sal, mas não prejudica o solo.” Dá até para fazer um círculo de cinzas em volta das plantas que se quer proteger, afastando, assim, os visitantes esfomeados.
LUCIA SCHULLER, bióloga assina este blog sobre pragas urbanas. Schuller é Mestre em Saúde Pública e especialista em Entomologia (estudo dos insetos) urbana Neste blog podem ser encontrados os mais diversos assuntos sobre o tema, incluindo algumas publicações externas também.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
sábado, 18 de janeiro de 2014
ABELHAS PODEM MONITORAR AS MUDANÇAS QUE DESTROEM SUA ESPECIE
Se você acha que a imagem acima é fruto de computação gráfica, está muito enganado. Colado às costas desta abelha australiana está um chip RFID que pode acompanhar para onde ela vai, o que e quando come. Mas, calma! Em tempos de espionagem transatlântica, esse inseto não vai te monitorar – ao invés disso, ele pode salvar o planeta.
Uma das mais importantes questões ambientais da atualidade é a segurança alimentar. As abelhas estão bem no centro dessas preocupações. Sua população está diminuindo, e isto poderia significar fome para os humanos. Os insetos fertilizam muitas das nossas culturas de alimentos básicos, e sem sua ajuda nossas fazendas serão significativamente menos produtivas.
Porém, mesmo com uma situação tão grave acontecendo, ainda se entende muito pouco sobre o que está causando uma desordem nas colônias de abelhas. Assim, cientistas na Austrália, comandados pelo brasileiro Paulo de Souza, líder científico da empresa CSIRO, decidiram monitorar abelhas selvagens para descobrir com quais substâncias elas estão entrando em contato e o que elas estão fazendo. Alguns cientistas acreditam que inseticidas estão causando problemas. Estes chips permitiriam aos pesquisadores ver se os insetos estão entrando em contato com tais substâncias ou se algo mais em seus ambientes está causando os problemas.
Mais de 5 mil abelhas em Hobart, na Austrália, foram equipadas com os sensores de RFID, que transmitem dados a gravadores colocados em torno de colmeias e fontes alimentares conhecidas que, por sua vez, enviam as informações para um local central. Isso permitirá aos pesquisadores construir um modelo de quatro dimensões do comportamento e dos movimentos das abelhas.
As abelhas são insetos sociais que retornam ao mesmo ponto e operam em um horário muito previsível. Qualquer mudança em seu comportamento indica uma mudança em seu ambiente. Ao modelar os seus movimentos, os cientistas esperam reconhecer rapidamente quando a sua atividade apresentar alguma variação e identificar a causa.
Os sensores são capazes de gerar energia a partir do bater de asas dos insetos, o que dá a eles potência suficiente para transmitir informações em vez de apenas armazená-las até que atinjam um registrador de dados.
fonte: www.hypescience.com.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
DENGUE - É HORA DE REDOBRAR O CUIDADO !!!!!
Publicado pelo Portal Fiocruz (http://portal.fiocruz.br)
Alerta: com chuvas típicas de verão, é tempo de redobrar o combate ao mosquito da dengue
Fonte: Instituto Oswaldo Cruz
Com as pancadas de chuva que estão chegando ao Rio de Janeiro nesta semana e as altas temperaturas, a população deve redobrar a atenção no combate à dengue. "Esta é uma semana crucial, porque milhares e milhares de ovos de Aedes aegypti que estavam nas casas das pessoas estão se transformando em larvas e, em uma semana, terão se transformado em milhares de mosquitos aptos a transmitir a doença", alerta o pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Ricardo Lourenço. "A ação da população é fundamental durante todo o ano, com vistorias semanais em suas casas e quintais. Especialmente nesta semana de início de chuvas a atuação precisa ser intensificada", afirma o entomologista.
Além de caixas d’água completamente vedadas, Ricardo chama atenção para a vistoria de criadouros menos evidentes, como calhas de chuva, ralos externos, vasilhas de animais, bandejas de ar-condicionado e de geladeiras, vasos sanitários desativados ou pouco usados, entre outros.
Altas temperaturas e chuvas são uma combinação que favorece o aumento da população do mosquito transmissor da dengue, com um duplo resultado. "Em contato com a água das chuvas, os ovos colocados há semanas ou meses nas casas puderam dar origem a novos mosquitos. Ao mesmo tempo, com as chuvas, aumenta a oferta de criadouros para as fêmeas do Aedes aegypti colocarem seus ovos. É um ciclo que precisamos interromper com uma ação simples, semanal, de vistoria das nossas próprias casas", Ricardo reforça. "Neste momento em que a curva da doença ainda está em ascensão, então a interferência em criadouros é estratégica", destaca.
Dez minutos por semana é o suficiente para combater o mosquito
Desenvolvido por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), a proposta do conceito 10 Minutos Contra a Dengue é usar apenas 10 minutos por semana para remover criadouros no ambiente doméstico e peri-doméstico, de modo a interferir no ciclo de desenvolvimento do vetor, impedindo que ovos, larvas e pupas do mosquito cheguem à fase adulta. "O Aedes aegypti vive e se reproduz, em geral, dentro e no entorno das residências, por isso temos que ter cuidado redobrado com nossas casa. Se cada um fizer a sua parte, poderemos ter um verão com baixo índice de casos da doença", completa Ricardo Lourenço.
Leia mais no site do IOC.
Fonte: Instituto Oswaldo Cruz
Com as pancadas de chuva que estão chegando ao Rio de Janeiro nesta semana e as altas temperaturas, a população deve redobrar a atenção no combate à dengue. "Esta é uma semana crucial, porque milhares e milhares de ovos de Aedes aegypti que estavam nas casas das pessoas estão se transformando em larvas e, em uma semana, terão se transformado em milhares de mosquitos aptos a transmitir a doença", alerta o pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Ricardo Lourenço. "A ação da população é fundamental durante todo o ano, com vistorias semanais em suas casas e quintais. Especialmente nesta semana de início de chuvas a atuação precisa ser intensificada", afirma o entomologista.
Além de caixas d’água completamente vedadas, Ricardo chama atenção para a vistoria de criadouros menos evidentes, como calhas de chuva, ralos externos, vasilhas de animais, bandejas de ar-condicionado e de geladeiras, vasos sanitários desativados ou pouco usados, entre outros.
Altas temperaturas e chuvas são uma combinação que favorece o aumento da população do mosquito transmissor da dengue, com um duplo resultado. "Em contato com a água das chuvas, os ovos colocados há semanas ou meses nas casas puderam dar origem a novos mosquitos. Ao mesmo tempo, com as chuvas, aumenta a oferta de criadouros para as fêmeas do Aedes aegypti colocarem seus ovos. É um ciclo que precisamos interromper com uma ação simples, semanal, de vistoria das nossas próprias casas", Ricardo reforça. "Neste momento em que a curva da doença ainda está em ascensão, então a interferência em criadouros é estratégica", destaca.
Dez minutos por semana é o suficiente para combater o mosquito
Desenvolvido por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), a proposta do conceito 10 Minutos Contra a Dengue é usar apenas 10 minutos por semana para remover criadouros no ambiente doméstico e peri-doméstico, de modo a interferir no ciclo de desenvolvimento do vetor, impedindo que ovos, larvas e pupas do mosquito cheguem à fase adulta. "O Aedes aegypti vive e se reproduz, em geral, dentro e no entorno das residências, por isso temos que ter cuidado redobrado com nossas casa. Se cada um fizer a sua parte, poderemos ter um verão com baixo índice de casos da doença", completa Ricardo Lourenço.
Leia mais no site do IOC.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
CINZA DE CHURRASCO AJUDA A COMBATER AS LESMAS NO JARDIM
Cinza de churrasco ajuda a combater lesmas no jardim
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- O apetite voraz de um pequeno grupo de lesmas e taturanas acaba com a beleza de qualquer jardim. Pior ainda, as últimas ainda causam queimaduras que, em casos extremos, podem até matar uma pessoa. Mas existem algumas medidas que ajudam a manter essas visitantes indesejadas bem longe das plantas e da família.
- Como explica Francisco Zorzenon, diretor do Laboratório de Pragas Urbanas do Instituto Biológico do Estado de São Paulo, “as taturanas aparecem em tudo quanto é planta”. A única alternativa para combatê-las é o uso de agentes entomopatogênicos. Por trás do nome difícil, está uma ideia simples: trata-se de bactérias e fungos que podem ser espalhados pelas folhas – as taturanas morrem entre 48 e 72 horas depois de comê-los. Zorzenon ressalta que o agente é seguro e só tem efeito sobre as lagartas.
FONTE: WWW.TERRA.COM.BR
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
LEPTOSPIROSE : SINTOMAS, TRANSMISSÃO E PREVENÇÃO
| Leptospirose: sintomas, transmissão e prevenção |
| Sintomas
São parecidos com os de outras doenças como gripe, febre amarela, dengue, malária, hantavirose e hepatites. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna). Em 10% dos casos, pode ocorrer a forma grave da doença, com o aparecimento de icterícia (coloração amarelada da pele e das mucosas) por insuficiência hepática, manifestações hemorrágicas (equimoses, sangramentos em nariz, gengivas e pulmões) e comprometimento dos rins. A evolução para o coma e a morte pode ocorrer em cerca de 10% das formas graves. Os primeiros sintomas aparecem de dois a 30 dias depois do contato com a contaminação. Na maior parte dos casos, aparece sete a 14 dias após o contato.
A transmissão ocorre, principalmente, através do contato com a água ou lama de enchentes contaminadas com urina de animais portadores, sobretudo os ratos. A penetração da Leptospira no corpo, através da pele, é facilitada pela presença de algum ferimento ou arranhão. Também pode ser transmitida por ingestão de água ou alimentos contaminados.
Evitar o contato com água ou lama que possam estar contaminados pela urina de rato. Pessoas que trabalham na limpeza de lama, entulhos e desentupimento de esgoto devem usar botas e luvas de borracha. Medidas ligadas ao meio ambiente, tais como o controle de roedores, obras de saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto) e melhorias nas habitações humanas também ajudam na prevenção..
Fonte: FIOCRUZ
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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
O SOM DOS GRILOS AO NATURAL E APOS VELOCIDADE REDUZIDA
Todo mundo já ouviu grilos a noite cantando para as femeas. E um ritual conhecido porem o que poucos sabem e o resultado de uma experiência feita por Jim Wilson. Ele gravou o som dos grilos e reduziu a velocidade da gravação. O que ele ouviu foi algo novo e maravilhoso. Ele ouviu o som de um coral harmonioso. Ouçam essa gravação. Ela contem em paralelo o canto dos grilos como ouvimos e o canto gravado em baixa rotação. E surpreendente e maravilhoso como a natureza faz o seu próprio louvor a Deus.
https://soundcloud.com/acornavi/robert-wilson-crickets-audio
https://soundcloud.com/acornavi/robert-wilson-crickets-audio
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
SALA EM HOSPITAL FECHADO POR CAUSA DE POMBOS
Sala em hospital da Unicamp é fechada por causa de pombos
Exames tiveram de ser reagendados depois de um ninho ser encontrado
Na manhã desta quarta-feira (3), uma sala do Centro Cirúrgico Ambulatorial do Hospital de Clínicas da Unicamp, em Campinas, ficou fechada. O motivo foi um ninho de pombos encontrado em uma das paredes do local.
Três exames de endoscopia tiveram de ser reagendados para quinta (4) e sexta-feira (5).
O ninho estava localizado em um reboco na parte externa da parede e foi encontrado após funcionários do hospital ouvirem as aves.
Foram encontrados três filhotes na parede da sala. O local ficou lacrado até as 12h30 para retirada do ninho e dedetização. Por não se tratar de uma infestação, os trabalhos foram retomados durante o período da tarde.
Três exames de endoscopia tiveram de ser reagendados para quinta (4) e sexta-feira (5).
O ninho estava localizado em um reboco na parte externa da parede e foi encontrado após funcionários do hospital ouvirem as aves.
Foram encontrados três filhotes na parede da sala. O local ficou lacrado até as 12h30 para retirada do ninho e dedetização. Por não se tratar de uma infestação, os trabalhos foram retomados durante o período da tarde.
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