quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Novas formulações para o controle do Aedes Aegypti

 O Ministério da Saúde lançou, em 24 de novembro, a campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, doenças que podem gerar outras como a microcefalia e a síndrome de Guillain-Barré. O tema da campanha que será veiculada até 31 dezembro é Combater o mosquito é com você, comigo, com todo mundo. Faça a sua parte. O objetivo é conscientizar sobre os perigos do inseto, e motivar os brasileiros para o combate aos criadouros. Segundo o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, entre as medidas tomadas pelo órgão para combater a proliferação do mosquito, estão a compra de inseticidas e as atualizações dos manuais de manejo clínico.

Um método de controle promissor é o uso de mosquitos como veículo para disseminar minúsculas partículas de inseticidas, como o piriproxifeno (PPF) em criadouros. É o que mostra um artigo publicado, recentemente, na revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz (vol. 115, out/2020). Pesquisadores do Rio de Janeiro investigaram duas novas formulações de PPF contra o Aedes aegypti em dois locais da cidade do Rio de Janeiro para avaliar a eficácia desses produtos.

Segundo os autores, os índices entomológicos indicaram que as novas formulações de piriproxifeno foram eficientes na redução da abundância de ovos. As estações de disseminação foram impregnadas com líquido e pó. Eles observaram que naquelas impregnadas com líquido o desempenho foi melhor.

Vantagens no controle do vetor

As formulações prontas para uso de PPF podem ser aplicadas rapidamente no campo e se tornarem uma estratégia de controle do vetor em áreas de difícil acesso. Além disso, as novas formulações são mais práticas no que tange à mão de obra e, por isso, economicamente atrativa.

A pesquisa é assinada por Rosilene de Alcântara Pinto, Luiz Guilherme Soares da Rocha Bauzer, Demetrio Tederiche Borges, José Bento Pereira Lima. Os autores são vinculados às seguintes instituições:  Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e ao Instituto de Biologia do Exército. 

O artigo Assessing the efficacy of two new formulations of larvicide pyriproxyfen for the control of Aedes aegypti using dissemination stations in two sites of Rio de Janeiro city pode ser lido na íntegra no Portal de Periódicos da Fiocruz.


Fonte FIOCRUZ

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Bombeiros libertaram um rato gordo e muito estressado entalado na tampa de um bueiro na Alemanha

 

Uma brigada de bombeiros voluntários salvaram um rato preso de uma tampa de bueiros onde estava entalado numa cidade na Alemanha eesa semana. Os voluntários chegaram por volta das 5 horas da tarde em Bad Kreuznach Rhineland-Palatinate e ao tentar libertar o rato o voluntário levou uma mordida, mas ele estava de luvas, ainda bem. O bicho estava apavorado.O rato imprimiu tanta força na mordida que chegou a sangrar.



Para libertar o rato os bombeiros viraram  a tampa em cima de uma gaiola de resgate e empurraram o bicho pra baixo, o que levou cerca de uma hora. . Em seguida o levaram para o veterinário cuidar dele por que ele estava muito assustado. 

Não entendi o desfecho dessa história, o que eles farão com o rato, vão soltar? Soltar aonde? Complicado. Eles não falam isso no artigo publicado no  https://www.dailymail.co.uk/ de 05.10.20.

Não sei dizer se essa ação foi para preservar a natureza, pois todo mundo sabe que ratos são potenciais transmissores de doenças. 

Um caso semelhante aconteceu num bueiro em Bensheim na Alemanha. Esses ratos andam comendo muita salsicha.

Traduzido e adaptado por Lucia Schuller

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

As cores deslumbrantes de insetos foram preservadas em ambar em Myanmar por 99milhões de anos.


Quando pensamos no esquema de cores do mundo prehistorico dos dinossauros lembramos das cores verde e marrom principalmente.

Várias pesquisas, no entanto, demonstram cada vez mais  que há milhões de anos atrás já existiam na natureza formas de vida coloridas tais como vemos na natureza nos dias de hoje. A ultima evidência foram insetos encontrados em âmbar nas cores violeta, azul e verde metálico.

Uma das razões pelas quais é tão dificil obervar as cores das criaturas prehistoricas pela preservação, ossos de animais não dão informação sobre cores. Os cientistas têm trabalhado em cores de penas de animais fossilizados e mais recentemente em âmbar.

 "O tipo de cor preservado em fosseis de âmbar são chamados  de cores estruturais. A nanoestrutura libera comprimentos de onda e produz cores muito fortes", explica o paleontologista Pan Yanhong da Academia Chinesa de Ciência.




A cor estrutural é que permite que as penas dos pavões pareçam  iridescentes, ou seja, aparentem as cores do arco iris.

O grupo de cientistas coletou 35 amostras de ambar com insetos com cores vibrantes. A grande maioria das amostras era de vespas.

Essas descobertas são realmente admiráveis porém a comunidade de paleontologistas está discutindo se essa nova informação cientifica  coletada poderá ter potenciais consequencias à espécie humana, incluidno a perseguição de minorias etnicas.

Esse artigo foi escrito por  JACINTA BOWLER    , publicado na revista   https://www.sciencealert.com  e traduzido e adaptado por Lucia Schuller.


Cientistas extraem DNA de inseto incrustado em âmbar

Embora polêmico, pesquisadora afirma que experimento não tem como intenção criar dinossauros

ISABELA BARREIROS PUBLICADO EM 29/09/2020, ÀS 15H01
extraido de  https://aventurasnahistoria.uol.com.br/

Resina com insetos analisada pelos pesquisadores
Resina com insetos analisada pelos pesquisadores - Divulgação/David Peris
Cientistas do Museu de História Natural Senckenberg, na Alemanha, realizaram pela primeira vez a extração do DNA de insetos que estavam incrustado em resina. A cientista Mónica Solórzano-Kraemer, David Peris e Kathrin Janssen, da Universidade de Bonn, publicaram um novo artigo na revista científica PLOS ONE.

Os besouros da ambrosia haviam sido incorporados há seis e dois anos em árvores âmbar, do gênero Hymenaea em Madagascar. Segundo Solórzano-Kraemer, a pesquisa teve como objetivo “esclarecer se o DNA de insetos embutidos na resina continua a ser preservado”. “Usando o método da reação em cadeia da polimerase (PCR), pudemos documentar que este é, de fato, o caso”, afirmou.

O material genético de animais é essencial para que pesquisadores possam identificar espécies, ajudando principalmente na questão de espécies já extintas. Por isso, para o futuro, a ideia é expandir esse estudo para resinas mais antigas.


Embora o artigo possa relembrar a narrativa dos filmes Jurassic Park, Solórzano-Kraemer afirma que “não temos intenção de criar dinossauros”. "Em vez disso, nosso estudo atual é uma tentativa estruturada de determinar por quanto tempo o DNA de insetos contidos em materiais resinosos pode ser preservado”, explicou.

“Agora podemos mostrar pela primeira vez que, embora seja muito frágil, o DNA ainda estava preservado em nossas amostras. Isso leva à conclusão de que é possível estudar a genômica dos organismos incorporados em resina”, concluiu a especialista. 

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Uma pessoa essa semana envenenou cachorros criminosamente com chumbinho. Saibam o que é esse produto e o que causa. Previnam-se contra acidentes!

 Perguntas Freqüentes – Chumbinho



- O que é o ‘chumbinho’? R.: 

É um produto clandestino, irregularmente utilizado como raticida. Não possui registro na Anvisa, nem em nenhum outro órgão de governo.


- Qual é seu aspecto físico? 

R.: Geralmente sob a forma de um granulado cinza escuro ou grafite (“cor de chumbo”).


- Existem recomendações de segurança para a aplicação de ‘chumbinho’ como raticida?

R.: Não. Trata-se de um produto ilegal que não deve ser utilizado sob nenhuma

circunstância.


- Do que consiste o ‘chumbinho’? Qual a sua origem? 

R.: Em geral, trata-se de venenos agrícolas (agrotóxicos), de uso exclusivo na lavoura como inseticida, acaricida ou nematicida, desviado do campo para os grandes centros para serem indevidamente utilizados como raticidas. Os agrotóxicos mais encontrados nos granulados tipo ‘chumbinho’ pertencem ao grupo químico dos carbamatos e organofosforados, como verificado a partir de análises efetuadas em diversas cidades do país. O agrotóxico aldicarbe figura como o preferido pelos contraventores, encontrado em cerca de 50 % dos ‘chumbinhos’ analisados. Outros agrotóxicos também encontrados em amostras analisadas de ‘chumbinho’ são o carbofurano (carbamato), terbufós (organofosforado), forato (organofosforado), monocrotofós (organofosforado) e metomil (carbamato). A escolha da substância varia de região para região do país.


- Quem “produz” e comercializa o ‘chumbinho’? 

R.: Quadrilhas de contraventores, que adquirem o produto de forma criminosa (através de roubo de carga, contrabando a partir de países vizinhos ao Brasil ou desvio das lavouras), fracionam e/ou diluem e revendem no comércio informal. Algumas casas agrícolas irresponsáveis também comercializam ‘às escondidas’ este veneno, agindo igualmente de forma clandestina.


- O ‘chumbinho’ é eficiente para o controle de roedores? 

R.: Não. Esses venenos agrícolas possuem elevada toxicidade aguda, de forma que a morte do roedor ocorre poucos instantes após sua ingestão, o que dá a falsa impressão ao consumidor de que o produto é eficiente. Mas as colônias de ratos não funcionam assim. Normalmente o animal mais idoso ou doente é enviado para ‘provar’ o novo ‘alimento’; como ele morre em seguida, os demais ratos observam e fogem. Ou seja, o problema não foi resolvido, os roedores apenas passaram para a vizinhança e continuam circulando pela região. Ao contrário, os raticidas legais, próprios para esse fim e com registro na ANVISA (denominados cumarínicos), agem como anti-coagulantes e a morte do animal é mais lenta, fazendo com que todos os ratos da colônia ingiram também o veneno, assim exterminando-os de forma mais eficiente, ainda que leve mais de tempo, apenas requerendo um pouco de paciência e disciplina por parte do usuário.


- Quais são os perigos do uso irregular/ilegal de ‘chumbinho’ e os sintomas de intoxicação? 

R.: Sendo um produto clandestino/sem registro, ele não possui rótulo contendo orientações quanto ao seu manuseio e segurança, informações médicas, telefones de emergência e, o que é ainda mais grave, a descrição do agente ativo bem como antídotos em caso de envenenamento, o que é fundamental para orientação do profissional de saúde nesse momento. Os sintomas típicos de intoxicação por ‘chumbinho’ são as manifestações de síndrome colinérgica e ocorrem em geral em menos de 1 h após a ingestão, incluindo náuseas, vômito, sudorese, sialorréia (salivação excessiva), borramento visual, miose (contração da pupila), hipersecreção brônquica, dor abdominal, diarréia, tremores, taquicardia, entre outros. 


Em caso de intoxicação, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. A ligação é

gratuita em todo território nacional e você será atendido e orientado por um profissional

de saúde especializado 


A COMPRA E VENDA DE CHUMBINHO É CRIME. DENUNCIE!!


Escreva para a Ouvidoria da Anvisa, através do e-mail ouvidoria@anvisa.gov.br ou para

a Gerência Geral de Toxicologia da Anvisa (toxicologia@anvisa.gov.br). Seus dados serão mantidos em sigilo. Sua identificação não é necessária.


quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Já se sabe mais sobre perda de massa muscular e óssea nos astronautas. Porque os ratos enviados ao espaço voltaram «super ratos»

 Por Simone Silva 17:30, 8 Set 2020

Alguns ratos geneticamente modificados foram enviados para o espaço e tornaram-se verdadeiros «super ratos», uma vez que regressaram maiores, com o índice de massa corporal aumentado, característico de um culturista, avança o ‘La Vanguardia’.


Estes animais foram cobaias de uma investigação científica realizada no Laboratório Jackson, em Connecticut, nos Estados Unidos, com o objectivo de prevenir a perda de massa muscular e óssea em astronautas.


Em Dezembro passado, investigadores enviaram 40 ratos para a estação espacial, lançando-os a bordo de um foguete SpaceX. Os animais foram geneticamente modificados através de um processo, no qual determinadas proteínas que que normalmente limitam a massa muscular foram bloqueadas.

Após o seu regresso à terra, os ratos não só conseguiram manter toda a sua massa muscular, como também apresentaram a estrutura de um culturista. Conforme revela o estudo, o tratamento aplicado aos animais promoveu a recuperação da massa muscular e óssea assim que regressaram do espaço.




No artigo, publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), o seu principal autor Se-Jin Lee explica que os 24 ratos regulares que não foram tratados voltaram à Terra com uma perda notável de massa muscular e óssea, de até 18%.


Em contrapartida, os «super-ratos» geneticamente modificados e lançados com o dobro do músculo mantiveram o volume quando voltaram. Na verdade, os animais voltaram com uma musculatura muito superior, como se tivessem dedicado a sua jornada ao treino de musculação de alto nível.


Estes resultados são promissores para os investigadores, uma vez que podem ser utilizados para desenvolver tratamentos que ajudam a astronautas para mitigar a perda de músculo e massa óssea registada durante muito tempo em voos espaciais.

Fonte:  https://executivedigest.sapo.pt/

 

LIXÕES SÃO TÃO PREOCUPANTES QUANTO UMA PANDEMIA | Examinando

sexta-feira, 19 de junho de 2020


Esse video foi produzido pela NPMA (National Pest Management Association)e mostra um ensaio feito por eles em uma casa modelo em miniatura construida para o ensaio. Foram liberados centenas de cupins na casa para demonstrar o ataque feito pelos cupins. As casas americanas são feitas de madeira nas paredes e divisorias. No Brasil não temos casas totalmente de madeira como usual porém telhados , divisorias internas de gesso com estrutura de madeira podem apresentar o mesmo resultado. Muito interessante como em pouco tempo toda a casa é atacada.



segunda-feira, 16 de março de 2020

Coronavirus and the Sun: a Lesson from the 1918 Influenza Pandemic

Um amigo biólogo me mandou esse texto em ingles. Peço desculpas, pois ainda não traduzi, mas acredito que muitos leitores deste blog tem alguma afinidade com a lingua inglesa.O texto fala principalmente de atitudes já esquecidas no tratamento de infecções como o sol e o ar fresco. A população anda muito estressada com relação ao sol e foge dele com o uso de protetores em exagero. O sol é curador. Quando criança eu tive muita amigdalite e tomava banhos de ultra violeta para controlar as infecções frequentes. Nosso país é tropical, cheio de sol e muito diferente do que acontece no hemisfério norte onde o clima é temperado e o sol aparece com pouca frequencia, na maior parte do tempo o céu é nublado, chovendo ou garoando. Achei interessante essa contribuição para acrescentar informações novas, mas não tão novas e aliviar um pouco o stress da população.


Richard Hobday


Mar 10 · 6 min read

Fresh air, sunlight and improvised face masks seemed to work a century ago; and they might help us now.

by Richard Hobday

When new, virulent diseases emerge, such SARS and Covid-19, the race begins to find new vaccines and treatments for those affected. As the current crisis unfolds, governments are enforcing quarantine and isolation, and public gatherings are being discouraged. Health officials took the same approach 100 years ago, when influenza was spreading around the world. The results were mixed. But records from the 1918 pandemic suggest one technique for dealing with influenza — little-known today — was effective. Some hard-won experience from the greatest pandemic in recorded history could help us in the weeks and months ahead.




Influenza patients getting sunlight at the Camp Brooks emergency open-air hospital in Boston. Medical staff were not supposed to remove their masks. (National Archives)


Put simply, medics found that severely ill flu patients nursed outdoors recovered better than those treated indoors. A combination of fresh air and sunlight seems to have prevented deaths among patients; and infections among medical staff.[1] There is scientific support for this. Research shows that outdoor air is a natural disinfectant. Fresh air can kill the flu virus and other harmful germs. Equally, sunlight is germicidal and there is now evidence it can kill the flu virus.
`Open-Air’ Treatment in 1918

During the great pandemic, two of the worst places to be were military barracks and troop-ships. Overcrowding and bad ventilation put soldiers and sailors at high risk of catching influenza and the other infections that often followed it.[2,3] As with the current Covid-19 outbreak, most of the victims of so-called `Spanish flu’ did not die from influenza: they died of pneumonia and other complications.

When the influenza pandemic reached the East coast of the United States in 1918, the city of Boston was particularly badly hit. So the State Guard set up an emergency hospital. They took in the worst cases among sailors on ships in Boston harbour. The hospital’s medical officer had noticed the most seriously ill sailors had been in badly-ventilated spaces. So he gave them as much fresh air as possible by putting them in tents. And in good weather they were taken out of their tents and put in the sun. At this time, it was common practice to put sick soldiers outdoors. Open-air therapy, as it was known, was widely used on casualties from the Western Front. And it became the treatment of choice for another common and often deadly respiratory infection of the time; tuberculosis. Patients were put outside in their beds to breathe fresh outdoor air. Or they were nursed in cross-ventilated wards with the windows open day and night. The open-air regimen remained popular until antibiotics replaced it in the 1950s.

Doctors who had first-hand experience of open-air therapy at the hospital in Boston were convinced the regimen was effective. It was adopted elsewhere. If one report is correct, it reduced deaths among hospital patients from 40 per cent to about 13 per cent.[4] According to the Surgeon General of the Massachusetts State Guard:

`The efficacy of open air treatment has been absolutely proven, and one has only to try it to discover its value.’
Fresh Air is a Disinfectant

Patients treated outdoors were less likely to be exposed to the infectious germs that are often present in conventional hospital wards. They were breathing clean air in what must have been a largely sterile environment. We know this because, in the 1960s, Ministry of Defence scientists proved that fresh air is a natural disinfectant.[5] Something in it, which they called the Open Air Factor, is far more harmful to airborne bacteria — and the influenza virus — than indoor air. They couldn’t identify exactly what the Open Air Factor is. But they found it was effective both at night and during the daytime.

Their research also revealed that the Open Air Factor’s disinfecting powers can be preserved in enclosures — if ventilation rates are kept high enough. Significantly, the rates they identified are the same ones that cross-ventilated hospital wards, with high ceilings and big windows, were designed for.[6] But by the time the scientists made their discoveries, antibiotic therapy had replaced open-air treatment. Since then the germicidal effects of fresh air have not featured in infection control, or hospital design. Yet harmful bacteria have become increasingly resistant to antibiotics.

Sunlight and Influenza Infection
Putting infected patients out in the sun may have helped because it inactivates the influenza virus.[7] It also kills bacteria that cause lung and other infections in hospitals.[8] During the First World War, military surgeons routinely used sunlight to heal infected wounds.[9] They knew it was a disinfectant. What they didn’t know is that one advantage of placing patients outside in the sun is they can synthesise vitamin D in their skin if sunlight is strong enough. This was not discovered until the 1920s. Low vitamin D levels are now linked to respiratory infections and may increase susceptibility to influenza.[10] Also, our body’s biological rhythms appear to influence how we resist infections.[11] New research suggests they can alter our inflammatory response to the flu virus.[12] As with vitamin D, at the time of the 1918 pandemic, the important part played by sunlight in synchronizing these rhythms was not known.
Face Masks Coronavirus and Flu
Surgical masks are currently in short supply in China and elsewhere. They were worn 100 years ago, during the great pandemic, to try and stop the influenza virus spreading. While surgical masks may offer some protection from infection they do not seal around the face. So they don’t filter out small airborne particles. In 1918, anyone at the emergency hospital in Boston who had contact with patients had to wear an improvised face mask. This comprised five layers of gauze fitted to a wire frame which covered the nose and mouth. The frame was shaped to fit the face of the wearer and prevent the gauze filter touching the mouth and nostrils. The masks were replaced every two hours; properly sterilized and with fresh gauze put on. They were a forerunner of the N95 respirators in use in hospitals today to protect medical staff against airborne infection.
Temporary Hospitals
Staff at the hospital kept up high standards of personal and environmental hygiene. No doubt this played a big part in the relatively low rates of infection and deaths reported there. The speed with which their hospital and other temporary open-air facilities were erected to cope with the surge in pneumonia patients was another factor. Today, many countries are not prepared for a severe influenza pandemic.[13] Their health services will be overwhelmed if there is one. Vaccines and antiviral drugs might help. Antibiotics may be effective for pneumonia and other complications. But much of the world’s population will not have access to them. If another 1918 comes, or the Covid-19 crisis gets worse, history suggests it might be prudent to have tents and pre-fabricated wards ready to deal with large numbers of seriously ill cases. Plenty of fresh air and a little sunlight might help too.


Dr. Richard Hobday is an independent researcher working in the fields of infection control, public health and building design. He is the author of `The Healing Sun’.


References
Hobday RA and Cason JW. The open-air treatment of pandemic influenza. Am J Public Health 2009;99 Suppl 2:S236–42. doi:10.2105/AJPH.2008.134627.
Aligne CA. Overcrowding and mortality during the influenza pandemic of 1918. Am J Public Health 2016 Apr;106(4):642–4. doi:10.2105/AJPH.2015.303018.
Summers JA, Wilson N, Baker MG, Shanks GD. Mortality risk factors for pandemic influenza on New Zealand troop ship, 1918. Emerg Infect Dis 2010 Dec;16(12):1931–7. doi:10.3201/eid1612.100429.
Anon. Weapons against influenza. Am J Public Health 1918 Oct;8(10):787–8. doi: 10.2105/ajph.8.10.787.
May KP, Druett HA. A micro-thread technique for studying the viability of microbes in a simulated airborne state. J Gen Micro-biol 1968;51:353e66. Doi: 10.1099/00221287–51–3–353.
Hobday RA. The open-air factor and infection control. J Hosp Infect 2019;103:e23-e24 doi.org/10.1016/j.jhin.2019.04.003.
Schuit M, Gardner S, Wood S et al. The influence of simulated sunlight on the inactivation of influenza virus in aerosols. J Infect Dis 2020 Jan 14;221(3):372–378. doi: 10.1093/infdis/jiz582.
Hobday RA, Dancer SJ. Roles of sunlight and natural ventilation for controlling infection: historical and current perspectives. J Hosp Infect 2013;84:271–282. doi: 10.1016/j.jhin.2013.04.011.
Hobday RA. Sunlight therapy and solar architecture. Med Hist 1997 Oct;41(4):455–72. doi:10.1017/s0025727300063043.
Gruber-Bzura BM. Vitamin D and influenza-prevention or therapy? Int J Mol Sci 2018 Aug 16;19(8). pii: E2419. doi: 10.3390/ijms19082419.
Costantini C, Renga G, Sellitto F, et al. Microbes in the era of circadian medicine. Front Cell Infect Microbiol. 2020 Feb 5;10:30. doi: 10.3389/fcimb.2020.00030.
Sengupta S, Tang SY, Devine JC et al. Circadian control of lung inflammation in influenza infection. Nat Commun 2019 Sep 11;10(1):4107. doi: 10.1038/s41467–019–11400–9.
Jester BJ, Uyeki TM, Patel A, Koonin L, Jernigan DB. 100 Years of medical countermeasures and pandemic influenza preparedness. Am J Public Health. 2018 Nov;108(11):1469–1472. doi: 10.2105/AJPH.2018.304586.
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